terça-feira, 3 de maio de 2016

Boletim Dolores - Maio de 2016


Esta carta foi escrita durante solitárias reflexões entre “vinhos e cigarros”. Há três anos atrás provocava as moléculas da História. Três anos antes das Ocupações das Escolas Estaduais, imaginando uma calma resignação pela qual passou minha geração durante o período do ensino básico, já fermentava borbulhas de uma massa que hoje dá exemplos de coragem, de luta, e de organização. Achei este rascunho entre folhas soltas, arrumando espaços para a vinda de Olga, e compartilho aqui com as camaradas e os camaradas, esta reflexão que teve da História uma resposta melhor que a pergunta.


Carta aos Estudantes Brasileiros, 
desnecessário analisar em detalhes nesta carta o cenário atual de sucateamento e de mercantilização do ensino, no entanto, é necessário afirmar: é neste contexto em que se insere esta contribuição crítica. O que parece ser uma questão abstrata e complexa sobre os problemas do acesso à educação, sugere inversamente a quixote, a existência de moinhos de vento impulsionando a carcaça deste século, no entanto há uma questão concreta no fato de haverem gigantes que conduzem os rumos do mundo, e na falta dos sujeitos históricos que enfrentem sua própria estatura, afim de destroçarem os ossos destes gigantes.

Por isso essa carta tem destinatário, e se não serve de modo eficaz a levantar discussões acerca de todos os problemas que envolvem a tradição do ensino em nosso país, serve ao menos para apontar aos responsáveis históricos, sua omissão diante da história, e de provocá-los chamando-os de "Quixotes às avessas".

De um lado aparelhados e aparvalhados por partidos políticos, e por outro, esvaziados de qualquer compromisso político, no Brasil, os estudantes não encontraram ainda sua vocação de transformadores sociais. No âmbito de uma política nacional, os estudantes nunca encararam sua bandeira de luta como projeto político, nenhuma geração ousou uma luta revolucionária no campo da educação, o que firmaria um laço importante na luta de classes pela emancipação hegemônica e pela democratização da educação.

Não há olhos que varem a densa nuvem de fumaça que embaçou o horizonte de luta, e o reduziu a conquista de ninharias regionais, senão, locais, e sem perspectiva de avanço no que diz respeito à sua trincheira de luta: a educação.

E que bandeira de luta seria essa?

Para responder a esta pergunta será necessário olhar para dentro das salas das universidades públicas, e ver a quantas andam as matrículas dos alunos oriundos das classes de trabalhadores braçais, e num giro de pescoço pouco cômodo, olhar também para a falta de melanina do seleto grupo de filhos que ocupam as cadeiras destas universidades. O que quero dizer com isso? Nada. O fato é concreto. Questionaria a cara encruada de alguns destinatários a quem esta carta é redigida, e todo o tipo de concordâncias e discordâncias que possam ser cultivadas em cérebros tão vitaminados desde a tenra infância, pois o fato está dado. E a reflexão deve estar para além de qualquer resignação.

Mas qual é a bandeira?

Nos últimos oito anos, o MPL se organizou numa pauta concreta cujo lema é, por uma vida sem catracas. Neste ano, por uma adesão massiva em manifestações nas ruas do Brasil, tiveram uma conquista concreta, a revogação do aumento no transporte público. Para poupar os destinatários desta carta de uma análise pouco reflexiva e pouco otimista sobre as determinações desta conquista, é necessário ser breve: havia uma bandeira de luta popular e com uma pauta concreta.

Se não se ocupassem, os ocupantes das vagas na universidade com questões que, se não se perdem na vasta pluralidade metafísica, acabam por se perder vesgamente no horizonte de luta de suas já satisfeitas necessidades, qual seja, a de ingressar na universidade, e ter acesso, ao conhecimento acumulado, produzido e lá encarcerado, nas universidades, já haveríamos de ter produzido uma organização aguda para balançar a estrutura de seleção racista, classista, e rivalista, portanto, anti-democrática - o vestibular.

Se o direito é de todos e a universidade é pública, é necessário então radicalizar e formalizar as exigências, se não pela voz dos que lá já estão, então que seja, pelos que lá querem estar. Eis que os secundaristas deveriam levantar agora para protagonizar sua luta.

Se ainda for preciso dizer, direi: Uma bandeira traz consigo inúmeras demandas, mas apenas uma ação concreta e direta, no alvo certo pode promover mudanças.

Tomado por euforia, mas também por um sentimento de acerto quanto ao foco, é preciso resgatar a frase do MPL, 'por uma vida sem catracas', e é precisamente esta a haste de uma bandeira que sustenta outras demandas vindouras, por uma universidade sem catracas!

Pelo fim do vestibular, e pelo acesso universal da classe trabalhadora ao conhecimento! 
 São Paulo,16 de Julho 2013.

Tiago Mine


 Em maio, fizemos nossos mutirões para a preparação do espetáculo "Narrativas na Cozinha" (estéticos e de quebra-quebra) e seguimos na manutenção do CDC Vento Leste. Também seguimos com nossas oficinas teatrais. 
Tivemos nossas primeiras formações sobre Revolução Russa e Conjuntura - pensando a esquerda e a direita atualmente no jogo de poder no Brasil. Essencial o debate e os aprofundamentos com Camila Marques do Núcleo 13 de Maio e com Lincoln Secco e seu grupo de estudo. Os materiais de apoio você encontra no nosso site. 
O Dolores fez uma intervenção no "Diálogos da Cidadania: Educação Ocupada" do Sesc Itaquera com um trecho do seu "O direito à preguiça". Importante fazer debate com os estudantes em luta!!! 
O Coletivo assina o manifesto Periferias Contra o Golpe e se junta a todas às ações de luta contra o golpe do momento. Vale a pena ler, pois nossa voz também se manifesta ali. 


 O Projeto de Fomento "Dolores 15 anos - Trilogia da Necessidade" se encaminha para seu último mês com uma série de ações para maio.  
Nossos Seminários de Formação continuam no CDC Vento Leste com os dois últimos debates "Racismo e Luta de Classes" com Douglas Belchior (03/05/2016) e "Feminismo: Interseccionalidade e Políticas Públicas" com Alessandra Almeida e Regiane Soares (15/05/2016). Mais informações na página do site que estamos atualizando a cada novo encontro.  
O lançamento do nosso livro de 15 anos "Dolorianas" acontece no dia 14 de maio e chamamos todas as parceiras e parceiros, coletivas e coletivos, bandos, grupos e camaradas para prestigiar esse dia conosco. Quem vier, ganha poesia, música, bons papos, análises de conjuntura (tentaremos ser otimistas) e, de quebra, um robusto livro. ;) Dia importante e festivo! Chega junto!  
O último espetáculo da nossa Trilogia da Necessidade "Narrativas na Cozinha" estreia dia 26 de maio e fica em cartaz por dois finais de semana de 5ª a domingo. Em breve, horários e outros petiscos em nossos canais de comunicação.
Acompanhem nossa nova página no facebook e nosso site.

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Boletim Dolores - Abril de 2016

Ei vizinho, parente, amigo do facebook. 
Você já se perguntou porque alguém ou alguma empresa doa mais de 1 milhão para a campanha de um político que quer ser deputado? 
Já fez as contas? Um deputado não ganha um milhão em 4 anos. Então porque será que gasta mais que isso em uma campanha? 
Já se perguntou quais os interesses? 
Este é justamente o ponto: os interesses. São eles que comandam a política brasileira e mundial.Não tem “um bonzinho olhando pelo Bem Social” e do povo querendo o impeachment. Não.Você sabia que ano passado foi votado da Câmara dos Deputados um projeto de lei que regulamentava as doações e proibia as doações privadas (um mecanismo que serve para impedir uma boa parte da corrupção) e que todos os deputados que estão agora pedindo o impeachment votaram contra esta lei. Com isso, eles disseram descaradamente que são a favor da corrupção e você se deu conta? 
Tem gente com muitos interesses nas riquezas brasileiras. 
Tem gente querendo manter seus privilégios. 
E tem gente que só vê a Globo e lê a Veja, Folha e Estadão e, com esse óculos, acaba surfando na onda verde amarela. É um discurso nacionalista que de nacionalismo mesmo não tem nada, já que a turma do impeachment está mesmo sedenta pra vender a Petrobrás, umas das maiores empresas do mundo. 
O Capitalismo tão defendido pelas elites é o sistema que depende da corrupção para manter seus privilégios de forma material e ideológica, é estrutural. Todos estão resguardando seus interesses e não pensando no bem da população brasileira. A crise é mundial e a crise brasileira é parte deste sistema econômico globalizado. 
Nós vamos para a rua de novo e de novo e de novo. 
Vamos de vermelho e não deixo de ser brasileiro. 
Vou porque o vermelho simboliza minha história, nossa herança. A história daqueles que lutaram contra a opressão de uns sobre tantos e tantos outros, que lutaram contra a manutenção de privilégios sobre o direito e a igualdade. 
O vermelho simboliza o nosso sangue derramado no mundo todo. 
Porque não sou só brasileiro, sou um cidadão do mundo. Sou internacionalista e me solidarizo com as lutas por um mundo melhor no planeta todo. 
O vermelho é nossa transcendência, é a história encarnada que me possibilita aprender e transcender. Mudar e continuar a luta enquanto opressões de qualquer tipo existirem neste mundo.

Xandi Gonça (com colaboração de Mari Moura)





O Projeto de Fomento "Dolores 15 anos - Trilogia da Necessidade" está em sua reta final. E esse começo de ano foi de organização, projeção e realização de uma série de ações. 
Nossas oficinas teatrais começaram e fica o convite para chegar junto aos sábados das 9h30 as 13h30 para participar de nossa "Iniciação Teatral". Não precisa se inscrever, mas precisa aparecer... ;) 
Também fizemos nosso "Vaguininho", retiro de imersão do Dolores. Aproveitamos para avaliar o último período e projetar os tempos que virão, além é claro de lançar o período de análise de conjuntura permanente para atuar e se posicionar frente a situação política brasileira e internacional, já que há muita reciprocidade nessa dupla. Algumas fotos afetivas, você vê aqui. Em breve postaremos no blog reflexões mais detalhadas do retiro que produziu impactos importantes no nosso modo de organização. 
O Coletivo assina o manifesto Periferias Contra o Golpe e se junta a todas às ações de luta contra o golpe do momento. Vale a pena ler, pois nossa voz também se manifesta ali. 

Final de semestre se anuncia e com ele chegam momentos importantes do Dolores, em ordem cronológica: os seminários de formação, o lançamento de nosso livro-experimento e a estreia do espetáculo "Narrativas na Cozinha". Tudo no forno, assando, aglutinando, requentando, marinando, dessalgando ou botando água pra dar pra todo mundo. Em breve divulgamos tudo pelos nossos canais de comunicação. 
Acompanhem nossa nova página no facebook e nosso site.

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quinta-feira, 3 de março de 2016

Boletim de Dolores - Março de 2016

Guantanamo, Cuba, 19 de Janeiro de 2016. 
Amadas e amados compas de Dolores Boca Abierta, 
Esta carta é escrita a dos manos.
Começaremos do imediato ao geral.
Faz 17 dias que estamos em solo cubano.
Despues de uma rápida pasaje por La Habana selvaje, chegamos em Guantanamo. Hoje concluímos o roteiro da peça que estamos dirigindo. Por incrível que pareça a obra está quase pronta. Utilizamos o método doloriano materialista dialético e o trabalho ergue-se vigoroso. Um choque com a realidade cubana, trabalhamos todos os dias manhã e tarde. Os atores e atrizes são excelentes e o coletivo Guinol de Guantanamo está impressionado com nossa capacidade crítico-criativa.
Após debates sobre temas da realidade cubana e guantanamera que lhes afligem iniciamos improvisos cênicos. Da materialidade da cena tiramos elementos para reflexões mais profundas e novas elaborações. Desta maneira, logramos um exercício dialético em cena onde camadas de complexidade se sobrepõem ganhando novas visões sobre o objeto vivo, em movimento. Ou seja, apreender o movimento do nosso tempo histórico e suas contradições.
Nesse intenso jogo de ação, reflexão, ação conquistamos uma crítica inédita (para nós dolorianos, em Cuba e pra eles coletivo Guinol) sobre os caminhos da sociedade socialista cubana, a abertura político-econômica e impactos.
ATENÇÃO!
Parece que captamos ou mesmo lemos a ascensão de uma nova classe social em Cuba. Forma-se velozmente uma pequena burguesia capitalista. Estes traços marcantes se agudizam. Já existiam pequenos proprietários vinculados ao estado cubano, mas agora, o dinheiro vindo da diáspora cubana pode converter-se em investimentos internos na forma de pequenos negócios que exploram força de trabalho local e promovem acúmulos de capital no ciclo que bem conhecemos. Um grupo social de cubanos passa a ter outro padrão de vida e consumo e as diferenças galopam. Estejamos preparados para conhecer as mazelas capitalistas se alojando na ilha.
O Mine ta falando muito bem o espanhol. Um sotaque guantanamero de primeira! Entramos num bar, pediu duas cervejas e ganhamos dois cachorros quentes.
Já o Luciano falou ao grupo Guinol:
LU – Alguma pergunta?
ALI – Si.
LU – Habla.
ALI – Quando vas aprender hablar espanol?
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
Como podem ver estamos muito bem inseridos na vida cubana. Tanto que até aparecemos na televisão rsrs. Demos entrevistas sobre a obra que aborda, entre outras, a base naval de Guantanamo e este tema gera grande comoção em Guantanamo e Cuba afora. Veícularam a matéria na rede provincial e depois difundiram nacionalmente nos jornais da manhã, tarde e noite. Também demos entrevistas para rádio, jornal impresso e para a agencia internacional cubana.
Chic pra’carai e prao’xotas.
Estamos muito felizes e a harmonia conquistada com o coletivo aqui abre possibilidades para trabalhos futuros. Temos muito que trocar. Queremos levar este espetáculo para o Brasil e apresentar nossa cidade/país/comuna/sede ocupada pra estes compas.
Mais que nunca o “Rolezinho” é uma necessidade estética em Guantanamo, na Cruzada Teatral. Voltamos com o firme propósito de trabalhar nisso. Convidamos todxs nossxs queridxs Dolores para essa construção socialista.
Retomamos a carta – 24 de janeiro. Vamos estrear a obra! Já temos o nome: PERESTROIPIKA?
A peça tem cerca de 45 minutos e foi concebida para apresentação em espaços abertos, porém, ontem choveu o dia todo e pode ser que façamos num teatro fechado. Isso fez com que adaptássemos para o palco, uma bosta.
Além da chuva, teve tremores de terra, sim terremotos! A província de Santiago de Cuba sofreu os maiores abalos e em Guantanamo foi registrada atividade mais suave.
Pela manhã Luciano sentiu o tremores e acordou assustado:
LU – Mine! Tremeu!
MINE – (sonolento, pega o celular, olha e diz) Não tremeu não.
LU – Não o celular, a terra!
Mine dá as costas e volta a dormir, Luciano foi fazer café numa área mais segura.
Tiago Mine e Luciano Carvalho



Nosso fevereiro foi, como sempre, muito carnavalesco. Iniciamos o ano nas ruas, entoando nosso samba-enredo feminista e entoando o samba dos parceiros no Encontro das Batucadas do Povo Brasileiro, Boca de SerebesquéUnidos da Lona Preta e Batucada Popular Carlos Marighella que esse ano aconteceu em Guaianazes. Veja as fotos do carnaval em Guaianazes aqui e da Unidos da Madrugada pelas ruas do patriarca aqui. 
Mantendo a veia musical desse mês estivemos com nossos parceiros do Nhocuné Soul em seu show de 15 anos no encerramento do Projeto "A Zona Leste é o Centro" no Sesc Itaquera. As fotos dessa nossa intervenção de luta e punho erguido com grandes parceiros de longa data você vê aqui 
Também viajamos o mundo, um pedaço em Cuba, outro na Inglaterra. De Cuba, se conhece um pouco de nossa participação na Cruzada Teatral Guantanamo-Baracoa na carta acima. Na Inglaterra participamos de uma imersão sobre artivismo com gente daqui, da Escócia, da Inglaterra e do México. A pergunta sobre a qual nos debruçamos por lá foi: Como artistas e artivistas criam espaços que podem catalisar mudanças/ações quando estão trabalhando criativamente com grupos? E quais são as qualidades desses espaços?  
Por fim, e da maior importância, estamos a todos os vapores enfiado na cozinha até as tampas. O espetáculo "Narrativas na Cozinha", última estreia de nossa Trilogia da Necessidade, está marinando e pegando gosto, sem gourmetizações e com muita caseirice. Assim que o palito sair seco, abrimos para o público degustar.  
Ah, além do nosso site, cada dia mais robusto, perdemos nosso perfil no facebook e abrimos página nova, chega por lá
Em março começam nossas duas oficinas: Iniciação Teatral - Os Dramas do Ator Épico, aos sábados, das 9h30 até as 13h30 e Iniciação ao Teatro Mutirão às sextas feiras, das 19h30 as 22h30, todas no CDC Vento Leste. Informações detalhadas aqui. É de graça e é só chegar!  
No dia 04 de março, o Dolores se junta a Kiwi Companhia de Teatro em seu "Carne" com nosso samba-enredo 2016 "Sou de luta, sou mulher". Vale se achegar e assistir o espetáculo.  
E em breve outras ações de nosso Fomento. Fiquem pertinho!
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Boletim Dolores - Fevereiro de 2016


É CARNAVAL, SEGUNDA FEIRA NÃO TRABALHO NEM A PAU! 
2016 chegou e trouxe loguinho o carnaval para nos sugar e repor forças, assim se somando as outras contradições da vida! Nosso samba-enredo se inspira e expira os últimos tempos dolorianos (e mundanos): reflexões e posicionamentos femininos! Bora sambar nossa luta! Poetização e batucagem toda nossa e dos companheiros, olhaí. 
O calendário da BATUCADA DO POVO BRASILEIRO é 05/02 com a Batucada Popular Carlos Marighella a partir das 14h com o Bloco Eureka em São Bernardo do Campo. As batucadas (Unidos da Madrugada do Dolores, Lona Preta do MST e Carlos Marighella) se encontram no carnaval do Boca de Serebesqué no sábado 06/02 a partir das 15h na rua Cosme Deodato Tadeu, 125, em Guaiana e no CDC Vento Leste, nossa Unidos da Madrugada sai nas ruas do Jd. Triana esticando o carnaval no sábado 13/02 também a partir das 15h. Mais informações no perfil do Dolores no facebook. 
E, por fim, por que debutar é trabalho longo e de muita perseverança, aproveitamos para lançar nosso site: doloresbocaaberta.org.br . Ali estamos reunindo e organizando nosso material, reflexão e sistematização desses 15 anos de atividades. Está em processo, como tudo nessa vida, mas já está bom de conhecer, papear, passear... 
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terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Dolores no II Seminário Internacional Teatro e Sociedade 2015!


Desde a última segunda-feira (14) acontece na cidade de Planaltina-DF, o II Seminário Internacional Teatro e Sociedade. Segundo os organizadores do evento, como na edição passada, o seminário pretende fomentar espaços de reflexão e incentivo à pesquisa que articula discussões sobre a prática teatral em diversos níveis de intersecção com a formação social e cultural.

O Dolores também participa do evento e faz parte da mesa de discussão sobre os "Desafios atuais da relação entre arte e política", que acontece na quarta-feira (16).

Quem estiver por Brasília e quiser conversar, apareça em algum momento.