segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Boletim Dolores - Agosto de 2016


... e produzindo seguimos, para dar conta da vida...
para sobreviver a morte vagarosa das pulsões, a trabalhadora e o trabalhador:
1 - escolhe para despertador a música favorita, esquece que não vai tardar em torná-la repulsa.
2 - toma café recém-feito ou requenta os dois dedos que sobraram na cafeteira de ontem, que é pra não atrasar ainda mais.
3 - aproveita os minutos até o metrô para contemplar as portinholas antigas e as árvores descoloridas, mas têm dias que só possibilita as sinapses comandarem o corpo-mecânico.
4 - faz de qualquer faísca desinvento, engodo de labaredas que não ultrapassam o devir.
5 - traz a luta à ponta do verso escondido, na conversa de dois-minutos na máquina do café, no trato, no enfrentamento esparso, no desanuviar. (mas, é preciso deixar o corpo-combate para depois de bater o cartão).
6 - para não implodir, ou entregar-se a fáceis provocações e desatinos, verte lágrimas quentes contrastadas com o piso frio do banheiro (ninguém ouve seus soluços, ninguém se apercebe dos olhos vermelhos).
para sobreviver, subvive.
e repete, a todo instante, que a luta é não deixar-se naufragar na pasmaceira do niilismo.

[tão convidativa, meu bem.]
Daisy Serena
"A Classe Trabalhadora vai ao Paraíso" 


Sobre a Intervenção Bissexta no blog Escultar.
Luis Mora, o Grilo

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quarta-feira, 8 de junho de 2016

Boletim Dolores - Junho de 2016


Quando eu era pequena, pensava que plantar era pra comer. É, sabe? Plantar comida, milho, feijão, mandioca. Meu pai plantava. Um dia meu pai plantou um pé de manga. “Quando der manga nesse pé eu já tô morta!”, é o que nossa vizinha Nina falava. Quando eu fiz quinze anos me entupi de manga, eu e todos os vizinhos. Deu tanta manga e outros legumes na horta, que meu pai dava pra outras pessoas pra não estragar, menos pra Nina. Ela dizia que o cachorro mijava nas alfaces e que manga não era fruta de cidade, sujava calçada, poderia cair num carro e amassar, “isso se não cair na cabeça de alguém e matar.”
Fernando Couto


Tivemos o lançamento de nosso livro de 15 anos o "Dolorianas" em um encontro festivo com parceir@s de todos os cantos. O livro está recheado de poesias, músicas, fotos e outros experimentos artísticos da história doloriana. Uma antologia anárquica de nossas andanças militantes e inspiradas nesses 15 anos de (r)existência. Veja algumas fotos em nosso facebook.
Também tivemos o encerramento de nossas oficinas teatrais "Iniciação teatral - os dramas do ator épico" e "Iniciação ao Teatro Mutirão" com as apresentações dos resultados para o coletivo e parceiros dos participantes. Aquecidos pelo caldo, produzido em pleno teatro mutirão, trocamos ideias sobre os processos de criação, fizemos relações com o mundão, com a criação do Dolores, alimentamos muitos desejos e vontades. Veja as fotos. 
E, por fim, e por tudo, nos dedicamos à estreia de nosso último espetáculo da Trilogia da Necessidade e de nosso projeto de Fomento, "Narrativas na cozinha".O espetáculo está em cartaz e até o sábado (4ª, 5ª e 6ª feira as 20hs e sábado as 18hs). Veja as informações aqui e venha degustar essa produção conosco. 


Nosso Projeto de Fomento "Dolores 15 anos - Trilogia da Necessidade" se encerra na primeira quinzena desse mês. É tempo de balanço e planejamento! Seguimos nas lutas (especialmente no Movimento Cultural das Periferias) e em comunicação!
Acompanhem nossa nova página no facebook e nosso site.

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domingo, 29 de maio de 2016

Estreia do espetáculo "Narrativas na Cozinha" essa semana no CDC Vento Leste


TRILOGIA DA NECESSIDADE 
Após 4 anos de pesquisa, o Coletivo Dolores, por meio de três núcleos temáticos, traz a público, três atos teatrais. Cada um comportando sua autonomia cênica, de linguagem e tema, compõe em conjunto uma unidade de reflexão estética – as necessidades básicas dos sujeitos, como o sexo (P.U.T.O.), a alimentação (Narrativas na Cozinha) e o descanso (O Direito à Preguiça), e como se dá essa relação necessidade X possibilidade na dinâmica da nossa sociedade orientada para a produção de serviços-mercadoria e produtos-mercadoria padronizados, anônimos e abstratos. Assim, permeados pela alienação do mundo do trabalho, a Trilogia da Necessidade aborda esses diferentes eixos temáticos sob a perspectiva das contradições que envolvem nossas necessidades e o meio pelo qual se dá suas realizações.

Parte III - “Narrativas na Cozinha”

À você Dona Arlinda,
por todo carinho, conversas trocadas na cozinha de
chão batido, franguinho na panela de barro, fogão à lenha.
“A cozinha do meu terreiro é semeada em punho coletivo, é semente crioula, é atabaque, é tambor, a fumaça já avisa: a cozinha de meu terreiro é lenha pra queimá o caldo de tanto chão sem plantador, chama a lua pra festejá mais um terreiro de pé vermelho que hoje conseguiu plantá. Sustento e história pros filhos desse lugar”.


Somos o que comemos – a cozinha, onde tudo acontece, é um lugar em disputa: indústrias, prazeres, comércios, pão de ló, café com histórias, política, farmácias, envenenamentos, panelas de barro com doce de leite, pão de queijo, espetacularização midiática. A necessidade do alimento é convertida em necessidade de consumo. Interesses econômicos de grandes grupos capitalistas transformam estes alimentos em jogos lucrativos.
O que colocamos em nossa mesa? O que nos é oferecido em abundância? Quem produz? Por que produz? Que cozinha queremos?
A peça de 120 minutos de duração é ambientada num restaurante-cozinha-cenário, mesas são dispostas para o público, num jogo de aproximação e distanciamento, permeados por narrativas e canções. O universo da cozinha expande seus limites boca adentro e devora a distância entre atores e público quando no final do espetáculo, todos são convidados para, em mutirão, confraternizar na cozinha caipira, saboreando o fazer e o comer em coletivo.
Comer é um ato político!

FICHA TÉCNICA
Coletivo Dolores Boca Aberta: Alexandre Gonçalves, Cristiano Carvalho, Cristina Adelina Assunção, Danilo Monteiro, Daisy Serena, Dirce Ane, Erika Viana, Fernando Couto, Fernando Oliveira, Gloria Orlando, Karina Martins, Leticia Laranjeira, Luciano Carvalho, Luis Mora, Maria Aparecida, Mariana Moura, Nica Maria, Tati Matos, Tiago Mine e Tita Reis
Núcleo Narrativas na Cozinha: Fernando Couto, Leticia Laranjeira, Maria Terra, Nica Maria, Tati Matos e Tita Reis
Passaram pelo núcleo: Fátima Rocha, Jacqueline Kaczorowski, Luciano Costa, Quinho Gonça, Viviane Santos e Yane Santiago
Criação do espetáculo: Núcleo Narrativas na Cozinha
Criação dramatúrgica: Fernando Couto
Colaboração dramatúrgica: Núcleo Narrativas na Cozinha e Márcio Rodrigues
Direção Geral: Fernando Couto
Direção Cênica: Márcio Rodrigues
Direção Musical: Tita Reis
Produção do espetáculo: Gloria Orlando, Karina Martins e Mariana Moura
Cenário: Fernando Couto
Colaboração na construção da Cozinha Caipira: Fernanda Gonçalves, Tica e Grupo Teatral Parlendas
Figurino: Leticia Laranjeira e Nica Maria
Iluminação: João Alves
Técnica de luz e som: Cristina Adelina Assunção e Dirce Ane
Fotos: Alexandre Gonçalves, Daisy Serena e Maria Terra
Vídeos: Luis Mora
Arte do programa e cartaz: Dirce Ane
Confecção de bonecos Teatro de Sombras: Dirce Ane e Fernando Couto
Designer gráfico: Mariana Moura
Ciranda: Coletivo Dolores
Agradecimentos: Antônio Francisco, Juninho Batucada, Marco Antonio dos Santos, Naiman, Paula Cortezia, Renan Rovida, Shirlene Martins, Tuchê e Coletivo Dolores


terça-feira, 3 de maio de 2016

Boletim Dolores - Maio de 2016


Esta carta foi escrita durante solitárias reflexões entre “vinhos e cigarros”. Há três anos atrás provocava as moléculas da História. Três anos antes das Ocupações das Escolas Estaduais, imaginando uma calma resignação pela qual passou minha geração durante o período do ensino básico, já fermentava borbulhas de uma massa que hoje dá exemplos de coragem, de luta, e de organização. Achei este rascunho entre folhas soltas, arrumando espaços para a vinda de Olga, e compartilho aqui com as camaradas e os camaradas, esta reflexão que teve da História uma resposta melhor que a pergunta.


Carta aos Estudantes Brasileiros, 
desnecessário analisar em detalhes nesta carta o cenário atual de sucateamento e de mercantilização do ensino, no entanto, é necessário afirmar: é neste contexto em que se insere esta contribuição crítica. O que parece ser uma questão abstrata e complexa sobre os problemas do acesso à educação, sugere inversamente a quixote, a existência de moinhos de vento impulsionando a carcaça deste século, no entanto há uma questão concreta no fato de haverem gigantes que conduzem os rumos do mundo, e na falta dos sujeitos históricos que enfrentem sua própria estatura, afim de destroçarem os ossos destes gigantes.

Por isso essa carta tem destinatário, e se não serve de modo eficaz a levantar discussões acerca de todos os problemas que envolvem a tradição do ensino em nosso país, serve ao menos para apontar aos responsáveis históricos, sua omissão diante da história, e de provocá-los chamando-os de "Quixotes às avessas".

De um lado aparelhados e aparvalhados por partidos políticos, e por outro, esvaziados de qualquer compromisso político, no Brasil, os estudantes não encontraram ainda sua vocação de transformadores sociais. No âmbito de uma política nacional, os estudantes nunca encararam sua bandeira de luta como projeto político, nenhuma geração ousou uma luta revolucionária no campo da educação, o que firmaria um laço importante na luta de classes pela emancipação hegemônica e pela democratização da educação.

Não há olhos que varem a densa nuvem de fumaça que embaçou o horizonte de luta, e o reduziu a conquista de ninharias regionais, senão, locais, e sem perspectiva de avanço no que diz respeito à sua trincheira de luta: a educação.

E que bandeira de luta seria essa?

Para responder a esta pergunta será necessário olhar para dentro das salas das universidades públicas, e ver a quantas andam as matrículas dos alunos oriundos das classes de trabalhadores braçais, e num giro de pescoço pouco cômodo, olhar também para a falta de melanina do seleto grupo de filhos que ocupam as cadeiras destas universidades. O que quero dizer com isso? Nada. O fato é concreto. Questionaria a cara encruada de alguns destinatários a quem esta carta é redigida, e todo o tipo de concordâncias e discordâncias que possam ser cultivadas em cérebros tão vitaminados desde a tenra infância, pois o fato está dado. E a reflexão deve estar para além de qualquer resignação.

Mas qual é a bandeira?

Nos últimos oito anos, o MPL se organizou numa pauta concreta cujo lema é, por uma vida sem catracas. Neste ano, por uma adesão massiva em manifestações nas ruas do Brasil, tiveram uma conquista concreta, a revogação do aumento no transporte público. Para poupar os destinatários desta carta de uma análise pouco reflexiva e pouco otimista sobre as determinações desta conquista, é necessário ser breve: havia uma bandeira de luta popular e com uma pauta concreta.

Se não se ocupassem, os ocupantes das vagas na universidade com questões que, se não se perdem na vasta pluralidade metafísica, acabam por se perder vesgamente no horizonte de luta de suas já satisfeitas necessidades, qual seja, a de ingressar na universidade, e ter acesso, ao conhecimento acumulado, produzido e lá encarcerado, nas universidades, já haveríamos de ter produzido uma organização aguda para balançar a estrutura de seleção racista, classista, e rivalista, portanto, anti-democrática - o vestibular.

Se o direito é de todos e a universidade é pública, é necessário então radicalizar e formalizar as exigências, se não pela voz dos que lá já estão, então que seja, pelos que lá querem estar. Eis que os secundaristas deveriam levantar agora para protagonizar sua luta.

Se ainda for preciso dizer, direi: Uma bandeira traz consigo inúmeras demandas, mas apenas uma ação concreta e direta, no alvo certo pode promover mudanças.

Tomado por euforia, mas também por um sentimento de acerto quanto ao foco, é preciso resgatar a frase do MPL, 'por uma vida sem catracas', e é precisamente esta a haste de uma bandeira que sustenta outras demandas vindouras, por uma universidade sem catracas!

Pelo fim do vestibular, e pelo acesso universal da classe trabalhadora ao conhecimento! 
 São Paulo,16 de Julho 2013.

Tiago Mine


 Em maio, fizemos nossos mutirões para a preparação do espetáculo "Narrativas na Cozinha" (estéticos e de quebra-quebra) e seguimos na manutenção do CDC Vento Leste. Também seguimos com nossas oficinas teatrais. 
Tivemos nossas primeiras formações sobre Revolução Russa e Conjuntura - pensando a esquerda e a direita atualmente no jogo de poder no Brasil. Essencial o debate e os aprofundamentos com Camila Marques do Núcleo 13 de Maio e com Lincoln Secco e seu grupo de estudo. Os materiais de apoio você encontra no nosso site. 
O Dolores fez uma intervenção no "Diálogos da Cidadania: Educação Ocupada" do Sesc Itaquera com um trecho do seu "O direito à preguiça". Importante fazer debate com os estudantes em luta!!! 
O Coletivo assina o manifesto Periferias Contra o Golpe e se junta a todas às ações de luta contra o golpe do momento. Vale a pena ler, pois nossa voz também se manifesta ali. 


 O Projeto de Fomento "Dolores 15 anos - Trilogia da Necessidade" se encaminha para seu último mês com uma série de ações para maio.  
Nossos Seminários de Formação continuam no CDC Vento Leste com os dois últimos debates "Racismo e Luta de Classes" com Douglas Belchior (03/05/2016) e "Feminismo: Interseccionalidade e Políticas Públicas" com Alessandra Almeida e Regiane Soares (15/05/2016). Mais informações na página do site que estamos atualizando a cada novo encontro.  
O lançamento do nosso livro de 15 anos "Dolorianas" acontece no dia 14 de maio e chamamos todas as parceiras e parceiros, coletivas e coletivos, bandos, grupos e camaradas para prestigiar esse dia conosco. Quem vier, ganha poesia, música, bons papos, análises de conjuntura (tentaremos ser otimistas) e, de quebra, um robusto livro. ;) Dia importante e festivo! Chega junto!  
O último espetáculo da nossa Trilogia da Necessidade "Narrativas na Cozinha" estreia dia 26 de maio e fica em cartaz por dois finais de semana de 5ª a domingo. Em breve, horários e outros petiscos em nossos canais de comunicação.
Acompanhem nossa nova página no facebook e nosso site.

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quinta-feira, 7 de abril de 2016

Boletim Dolores - Abril de 2016

Ei vizinho, parente, amigo do facebook. 
Você já se perguntou porque alguém ou alguma empresa doa mais de 1 milhão para a campanha de um político que quer ser deputado? 
Já fez as contas? Um deputado não ganha um milhão em 4 anos. Então porque será que gasta mais que isso em uma campanha? 
Já se perguntou quais os interesses? 
Este é justamente o ponto: os interesses. São eles que comandam a política brasileira e mundial.Não tem “um bonzinho olhando pelo Bem Social” e do povo querendo o impeachment. Não.Você sabia que ano passado foi votado da Câmara dos Deputados um projeto de lei que regulamentava as doações e proibia as doações privadas (um mecanismo que serve para impedir uma boa parte da corrupção) e que todos os deputados que estão agora pedindo o impeachment votaram contra esta lei. Com isso, eles disseram descaradamente que são a favor da corrupção e você se deu conta? 
Tem gente com muitos interesses nas riquezas brasileiras. 
Tem gente querendo manter seus privilégios. 
E tem gente que só vê a Globo e lê a Veja, Folha e Estadão e, com esse óculos, acaba surfando na onda verde amarela. É um discurso nacionalista que de nacionalismo mesmo não tem nada, já que a turma do impeachment está mesmo sedenta pra vender a Petrobrás, umas das maiores empresas do mundo. 
O Capitalismo tão defendido pelas elites é o sistema que depende da corrupção para manter seus privilégios de forma material e ideológica, é estrutural. Todos estão resguardando seus interesses e não pensando no bem da população brasileira. A crise é mundial e a crise brasileira é parte deste sistema econômico globalizado. 
Nós vamos para a rua de novo e de novo e de novo. 
Vamos de vermelho e não deixo de ser brasileiro. 
Vou porque o vermelho simboliza minha história, nossa herança. A história daqueles que lutaram contra a opressão de uns sobre tantos e tantos outros, que lutaram contra a manutenção de privilégios sobre o direito e a igualdade. 
O vermelho simboliza o nosso sangue derramado no mundo todo. 
Porque não sou só brasileiro, sou um cidadão do mundo. Sou internacionalista e me solidarizo com as lutas por um mundo melhor no planeta todo. 
O vermelho é nossa transcendência, é a história encarnada que me possibilita aprender e transcender. Mudar e continuar a luta enquanto opressões de qualquer tipo existirem neste mundo.

Xandi Gonça (com colaboração de Mari Moura)





O Projeto de Fomento "Dolores 15 anos - Trilogia da Necessidade" está em sua reta final. E esse começo de ano foi de organização, projeção e realização de uma série de ações. 
Nossas oficinas teatrais começaram e fica o convite para chegar junto aos sábados das 9h30 as 13h30 para participar de nossa "Iniciação Teatral". Não precisa se inscrever, mas precisa aparecer... ;) 
Também fizemos nosso "Vaguininho", retiro de imersão do Dolores. Aproveitamos para avaliar o último período e projetar os tempos que virão, além é claro de lançar o período de análise de conjuntura permanente para atuar e se posicionar frente a situação política brasileira e internacional, já que há muita reciprocidade nessa dupla. Algumas fotos afetivas, você vê aqui. Em breve postaremos no blog reflexões mais detalhadas do retiro que produziu impactos importantes no nosso modo de organização. 
O Coletivo assina o manifesto Periferias Contra o Golpe e se junta a todas às ações de luta contra o golpe do momento. Vale a pena ler, pois nossa voz também se manifesta ali. 

Final de semestre se anuncia e com ele chegam momentos importantes do Dolores, em ordem cronológica: os seminários de formação, o lançamento de nosso livro-experimento e a estreia do espetáculo "Narrativas na Cozinha". Tudo no forno, assando, aglutinando, requentando, marinando, dessalgando ou botando água pra dar pra todo mundo. Em breve divulgamos tudo pelos nossos canais de comunicação. 
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