Pra chegar: https://goo.gl/maps/qJomb
"(...) ao fim dos trabalhos, oferecer uma festa com música e pinga. Assim, o mutirão se faz não só uma forma de associação para o trabalho, mas também uma oportunidade de lazer festivo (...)" - Darcy Ribeiro, O Povo Brasileiro.
segunda-feira, 18 de agosto de 2014
Alimentando parcerias cariocas
Neste final de semana, nos dias 15 e 16 de agosto, o Coletivo Dolores fez sua longa jornada em direção ao Rio de Janeiro para cumprir uma agenda com parceiros importantes.
Na 6ª feira, o Coletivo fez uma apresentação seguida de um bate-papo com os alunos da Educação de Jovens e Adultos e com outros educandos da FioCruz a partir de um contato feito com a Profª Marcela Pronko, "parceira de outros carnavais contra-hegemônicos";
No sábado, no Complexo do Alemão, participamos dos Cultivos Culturais na Monstra 10 anos Teatro da Laje, também parceiros de outras datas.
Veja o vídeo do resumo de nossa passagem e da entrega das três esculturas que selaram nossos bons encontros.
Foi um prazer alçar novos vôos (mesmo que a custo de muita rua, estrada e ruela dentro de um busão) e conversar com tanta gente em movimento e na busca de construir coerência e trajetória conjunta!
Tamujuntu!
Na 6ª feira, o Coletivo fez uma apresentação seguida de um bate-papo com os alunos da Educação de Jovens e Adultos e com outros educandos da FioCruz a partir de um contato feito com a Profª Marcela Pronko, "parceira de outros carnavais contra-hegemônicos";
No sábado, no Complexo do Alemão, participamos dos Cultivos Culturais na Monstra 10 anos Teatro da Laje, também parceiros de outras datas.
Veja o vídeo do resumo de nossa passagem e da entrega das três esculturas que selaram nossos bons encontros.
Foi um prazer alçar novos vôos (mesmo que a custo de muita rua, estrada e ruela dentro de um busão) e conversar com tanta gente em movimento e na busca de construir coerência e trajetória conjunta!
Tamujuntu!
quinta-feira, 10 de julho de 2014
A morte de Luana não foi um acidente. O policial atirou consciente do que estava fazendo.
O Coletivo Dolores se solidariza com a família e se compromete com a luta e a pressão dos parceiros.
A vida da Luana Barbosa foi tirada de forma banal. Era um dia de festa para os artistas da Federação e para o público que ali frequenta. Luana era uma das principais responsáveis pelo evento que aconteceria naquela noite, 27 de junho. Planejava esse momento desde novembro do ano passado. Estávamos nos reunindo desde as 7h30 da manhã, recepcionando os artistas que iriam se apresentar na festa. Lua saiu para buscar o responsável pelo espetáculo que seria apresentado e no caminho da sua casa foi assassinada, vítima da ação violenta de um policial que atirou contra ela em uma blitz de trânsito.
O que justifica tanta violência, tanta brutalidade? Como é possível um policial utilizar uma arma para atirar diante de uma situação tão banal, quando a vida de ninguém estava sendo ameaçada?
Esse é o tamanho da nossa indignação, que se junta à indignação de tantas outras famílias e amigos de pessoas que foram vitimas de ações violentas - e inaceitáveis! - como esta que levou a vida da nossa querida Lua.
Nosso grito é contra este e tantos outros casos onde a injustiça tende a imperar. Gritamos.
Queremos que a memória de Luana Barbosa seja preservada na verdade dos fatos. Queremos uma investigação séria e não versões fantasiosas de acidente. Queremos que o policial que atirou e a Polícia Militar do Estado de São Paulo assumam suas responsabilidades. Queremos justiça!
Assinamos nós, amigos da Federação Prudentina de Teatro e Artes Integradas, pai, mãe e familiares de Luana Barbosa.
www.rosadosventos.art.br
circoteatrorosadosventos@yahoo.com.br
g.rosadosventos@yahoo.com.br
18 99742 59 94
18 98105 79 73
A vida da Luana Barbosa foi tirada de forma banal. Era um dia de festa para os artistas da Federação e para o público que ali frequenta. Luana era uma das principais responsáveis pelo evento que aconteceria naquela noite, 27 de junho. Planejava esse momento desde novembro do ano passado. Estávamos nos reunindo desde as 7h30 da manhã, recepcionando os artistas que iriam se apresentar na festa. Lua saiu para buscar o responsável pelo espetáculo que seria apresentado e no caminho da sua casa foi assassinada, vítima da ação violenta de um policial que atirou contra ela em uma blitz de trânsito.
O que justifica tanta violência, tanta brutalidade? Como é possível um policial utilizar uma arma para atirar diante de uma situação tão banal, quando a vida de ninguém estava sendo ameaçada?
Esse é o tamanho da nossa indignação, que se junta à indignação de tantas outras famílias e amigos de pessoas que foram vitimas de ações violentas - e inaceitáveis! - como esta que levou a vida da nossa querida Lua.
Nosso grito é contra este e tantos outros casos onde a injustiça tende a imperar. Gritamos.
Queremos que a memória de Luana Barbosa seja preservada na verdade dos fatos. Queremos uma investigação séria e não versões fantasiosas de acidente. Queremos que o policial que atirou e a Polícia Militar do Estado de São Paulo assumam suas responsabilidades. Queremos justiça!
Assinamos nós, amigos da Federação Prudentina de Teatro e Artes Integradas, pai, mãe e familiares de Luana Barbosa.
www.rosadosventos.art.br
circoteatrorosadosventos@yahoo.com.br
g.rosadosventos@yahoo.com.br
18 99742 59 94
18 98105 79 73
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Boletim Dolores - julho de 2014
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(pensando sobre essa coisa de autoria digo:) Reflexão doloriana sintetizada por Mariana Moura | ||||
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| . . . . . . . . . . . Acesse o blog do CDC Vento Leste e assine nosso abaixo-assinado: http://cdcventoleste.blogspot.com.br/ . . . . . . . . . . . Para mais informações sobre alguma atividade ou notícia desse informativo, acesse nosso blog, nossa página no facebook ou mande um e-mail para gente: doloresbocaaberta@gmail.com . . . . . . . . . . . Projeto Trama do Morro Vermelho do Coletivo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes CDC Vento Leste – Rua Frederico Brotero, 60 – Cidade Patriarca . . . . . . . . . . . | ||||
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URGENTE - Despejo de acampamento do MST em Itapevi - SP
Nesta madrugada, dia 03 de Julho de 2014, por volta das 5h30, a Guarda Municipal de Itapevi entrou no acampamento Pd. João Carlos Pacchin no município de Itapevi (Grande São Paulo) e retirou brutalmente as famílias acampadas desde o dia 28 de Junho. As casas foram destruídas e a Guarda colocou fogo nos materiais dos moradores. Dali, com 2 tratores e 4 caçambas, se livrou dos restos das moradias. Todo esse aparato policial foi utilizado para promover a destruição mas nada para oferecer amparo, moradia ou transporte para as famílias as quais não foi permitido nenhum tempo para saída – mal puderam pegar seus documentos básicos.
A Guarda Municipal de Itapevi não possuía nenhum documento ou algum pedido legal para tal ação. A área pertence a COHAB do município de São Paulo e um processo de negociação estava em andamento.
Os moradores se deslocaram para a praça na frente da ocupação onde fizeram comida para as famílias e uma plenária para avaliar a situação e pensar os próximos passos.
Repudiamos a ação da prefeitura de Itapevi, o desrespeito violento aos direitos humanos básicos e exigimos uma imediata resposta às famílias que foram despejadas na rua sem nenhuma possibilidade de negociação.
Àqueles que puderem prestar solidariedade chamamos para fazer uma vigília na noite de hoje. Além disso pedimos a todos que compartilhem essas informações e nos ajudem enviando e-mails de apoio às famílias e de repúdio à ação do prefeito Jaci Tadeu da Silva.
Prefeito de Itapevi - Jaci Tadeu da Silva
email: gabinete.prefeito@itapevi.sp. gov.br
Telefone: 11 441437609
Precisamos de todo apoio!
Entrar em contato:
Pedro - 98117 6745
Luciano - 98742 3775
Michel - 9 8706 3371
Patricia - 98163 9616
A Guarda Municipal de Itapevi não possuía nenhum documento ou algum pedido legal para tal ação. A área pertence a COHAB do município de São Paulo e um processo de negociação estava em andamento.
Os moradores se deslocaram para a praça na frente da ocupação onde fizeram comida para as famílias e uma plenária para avaliar a situação e pensar os próximos passos.
Repudiamos a ação da prefeitura de Itapevi, o desrespeito violento aos direitos humanos básicos e exigimos uma imediata resposta às famílias que foram despejadas na rua sem nenhuma possibilidade de negociação.
Àqueles que puderem prestar solidariedade chamamos para fazer uma vigília na noite de hoje. Além disso pedimos a todos que compartilhem essas informações e nos ajudem enviando e-mails de apoio às famílias e de repúdio à ação do prefeito Jaci Tadeu da Silva.
Prefeito de Itapevi - Jaci Tadeu da Silva
email: gabinete.prefeito@itapevi.sp.
Telefone: 11 441437609
Precisamos de todo apoio!
Entrar em contato:
Pedro - 98117 6745
Luciano - 98742 3775
Michel - 9 8706 3371
Patricia - 98163 9616
domingo, 15 de junho de 2014
3º dia da Mostra de Processo do Dolores - Hoje: "Narrativas da cozinha", às 20hs
Começou nesta 6ª feira, 13 de junho, a Mostra de Processo "Trilogia da Necessidade" do Coletivo Dolores. A Mostra foi assim nomeada pela temática comum nos trabalhos dos núcleos de pesquisa teatral: o sexo (Núcleo Erotismo e Periferia), a alimentação (Núcleo Narrativas da Cozinha) e o descanso (Núcleo Direito à Preguiça) irão compor em conjunto uma reflexão teatral sobre como são gerenciadas – ideológica, econômica e socialmente – as necessidades básicas dos trabalhadores e onde estão seus espaços e tempos de resistência à dinâmica da sociedade orientada para o trabalho abstrato, para a produção de serviços-mercadoria e produtos-mercadoria padronizados e anônimos.
Hoje, às 20hs, será compartilhado o espetáculo "Narrativas da Cozinha". Modo de fazer: misture aí um punhado de causos na beira do fogão, mais um bocadinho de música, uma boa pitada de olhar crítico e desconfiado, duas partes gordas de sabor e prazer. Agora aquele toque – quase o segredo da receita, de
poesia, pra arrebatar qualquer paladar. Ô delícia! Depois de muito experimentar com receita da vó, da tia, da mãe, do pai, regional, inventada e etc. , estamos acertando a mão na massa. É trança doce, frango assado, costela apimentada, pão de máquina, rabada, cuscuz, doce de leite na panela de pressão, café
orgânico (de família tradicional mineira) com bolos e frutas, a canjica da minha terra.
Mas também é de passar mal o debate sobre a manipulação econômica e o comportamento alienado de consumo, vício e desperdício com relação aos alimentos. Estamos comendo mal! E como falar disso numa janta, mesa posta, sem tirar a alegria e o prazer daquele momento? A pesquisa segue. Mantém firme a textura narrativa e poética. Hummmm!!! O cheiro tá bom demais! E brota criatividade. Mistura humor, programas de culinária, vídeo, prosa na rua. Reforma esta cozinha que o povo tá chegando!!! É balcão que vira mesa, um fogão de lenha que a gente não para de sonhar, lava tudo e até o teto se precisar. E a gente vai lembrando de tanta coisa que não caberia num só cardápio. Agora é no corpo. Como dizer aquilo tão bonito, simples como veio? O que vem depois pra quebrar? Que vinho acompanha esta cena? Ih! Tá ficando chique demais! E num era pra ser popular, brejeiro, nosso? Bora misturar que fica bom. E agora, como a gente faz? Tudo isso é processo. Constrói a estética, define o conteúdo e dá o sabor que a gente quer servir e sorver.
Tá bem gostoso este experimento, este espetáculo... Tira a mão daí que não tá pronto menina! Tá quase. Estamos pondo a mesa, a gente já te chama, com prazer.
Elenco: Fernando Couto, Letícia Carvalho, Maria Aparecida, Nica Maria, Tati Matos e Tita Reis.
Colaboração de Márcio Lacerda.
A ideia da mostra é compartilhar os espetáculos, ainda imersos em seus processos de criação, e promover conversas com os convidados que possam, assim, dar elementos que colaborarem na fase de finalização dos espetáculos para circulação.
Estão todos convidados! Será no nosso espaço: CDC Vento Leste - Rua Frederico Brotero, 60 - Jd. Triana - Próximo ao metrô Patriarca
E a mostra segue nos próximos dias... fique atento ao blog!
(foto de ensaio)
Hoje, às 20hs, será compartilhado o espetáculo "Narrativas da Cozinha". Modo de fazer: misture aí um punhado de causos na beira do fogão, mais um bocadinho de música, uma boa pitada de olhar crítico e desconfiado, duas partes gordas de sabor e prazer. Agora aquele toque – quase o segredo da receita, de
poesia, pra arrebatar qualquer paladar. Ô delícia! Depois de muito experimentar com receita da vó, da tia, da mãe, do pai, regional, inventada e etc. , estamos acertando a mão na massa. É trança doce, frango assado, costela apimentada, pão de máquina, rabada, cuscuz, doce de leite na panela de pressão, café
orgânico (de família tradicional mineira) com bolos e frutas, a canjica da minha terra.
Mas também é de passar mal o debate sobre a manipulação econômica e o comportamento alienado de consumo, vício e desperdício com relação aos alimentos. Estamos comendo mal! E como falar disso numa janta, mesa posta, sem tirar a alegria e o prazer daquele momento? A pesquisa segue. Mantém firme a textura narrativa e poética. Hummmm!!! O cheiro tá bom demais! E brota criatividade. Mistura humor, programas de culinária, vídeo, prosa na rua. Reforma esta cozinha que o povo tá chegando!!! É balcão que vira mesa, um fogão de lenha que a gente não para de sonhar, lava tudo e até o teto se precisar. E a gente vai lembrando de tanta coisa que não caberia num só cardápio. Agora é no corpo. Como dizer aquilo tão bonito, simples como veio? O que vem depois pra quebrar? Que vinho acompanha esta cena? Ih! Tá ficando chique demais! E num era pra ser popular, brejeiro, nosso? Bora misturar que fica bom. E agora, como a gente faz? Tudo isso é processo. Constrói a estética, define o conteúdo e dá o sabor que a gente quer servir e sorver.
Tá bem gostoso este experimento, este espetáculo... Tira a mão daí que não tá pronto menina! Tá quase. Estamos pondo a mesa, a gente já te chama, com prazer.
Elenco: Fernando Couto, Letícia Carvalho, Maria Aparecida, Nica Maria, Tati Matos e Tita Reis.
Colaboração de Márcio Lacerda.
(foto do ensaio)
A ideia da mostra é compartilhar os espetáculos, ainda imersos em seus processos de criação, e promover conversas com os convidados que possam, assim, dar elementos que colaborarem na fase de finalização dos espetáculos para circulação.
Estão todos convidados! Será no nosso espaço: CDC Vento Leste - Rua Frederico Brotero, 60 - Jd. Triana - Próximo ao metrô Patriarca
E a mostra segue nos próximos dias... fique atento ao blog!
sábado, 14 de junho de 2014
2º dia da Mostra de Processo do Dolores - Hoje: "P.U.T.O.", às 21h
Começou ontem, 13 de junho, a Mostra de Processo "Trilogia da Necessidade" do Coletivo Dolores. A Mostra foi assim nomeada pela temática comum nos trabalhos dos núcleos de pesquisa teatral: o sexo (Núcleo Erotismo e Periferia), a alimentação (Núcleo Narrativas da Cozinha) e o descanso (Núcleo Direito à Preguiça) irão compor em conjunto uma reflexão teatral sobre como são gerenciadas – ideológica, econômica e socialmente – as necessidades básicas dos trabalhadores e onde estão seus espaços e tempos de resistência à dinâmica da sociedade orientada para o trabalho abstrato, para a produção de serviços-mercadoria e produtos-mercadoria padronizados e anônimos.
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| Foto dos ensaios |
Poesia erótica é muito mais que louvar as coxas do ser amado - embora isto também seja fundamental
Porque erotismo é muito mais que um jogo sexual
Eros quer a união, o encontro
Uma revolta popular é o momento mais erótico de todos
(Trecho do Manifesto Poesia e Erotismo escrito por Danilo Monteiro)
Hoje, às 21h, é a vez de compartilharmos o espetáculo "P.U.T.O.". No bairro Cidade Patriarca, onde está localizada a sede do grupo Dolores Boca Aberta, funcionou durante muitos anos uma sauna gay, em um sobrado discreto na Avenida Alterosas. No dia 22 de fevereiro de 2007, após uma denúncia anônima de um vizinho de que ali se prostituíam menores de idade, a polícia militar invadiu o local, junto com a imprensa. A foto com os clientes e “michês” encostados à parede, todos trajando toalhas brancas, foi estampada em diversos jornais e na internet, no dia seguinte. Nenhum menor foi encontrado. Inspirados por este fato real, abordaremos a relação entre a sauna e seus vizinhos, os clientes e os rapazes que ali se prostituíam, os funcionários e o dono do local. Com este foco, pretendemos explorar, para além dos aspectos morais envolvidos, as relações de compra e venda (ou de aluguel…) de corpos, de mentes, do tempo das pessoas, de suas vidas. Por isso, o caso particular e aparentemente escandaloso da sauna nos servirá para abordar o tema geral da alienação do trabalho.
Em contraponto ao ambiente da Sauna, há o Coletivo PUTO, que reúne garotos de periferia para fazer algo que não se espera deles: explorar a relação erótica com a poesia; não apenas a poesia erótica, mas sim a que revela possibilidades insuspeitadas de pensar a si no mundo, as relações entre as pessoas, com o sonho e com a natureza. Poesia como uma tentativa de desalienação de si, da humanidade, da natureza. Poesia como resistência, poesia como combate.
O cruzamento entre o ambiente da Sauna e o do Coletivo revela os contrastes entre relações eróticas no sentido sexual-comercial, na primeira, e relações eróticas em sentido ampliado, no segundo; contrastes entre consumo e compartilhamento; mas também revela que a necessidade de poesia está em ambos os lados.
Elenco: Danilo Monteiro, Erika Vianna, Luciano Carvalho, Mariana Moura e Tiago Mine
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| Foto do ensaio |
A ideia da mostra é compartilhar os espetáculos, ainda imersos em seus processos de criação, e promover conversas com os convidados que possam, assim, dar elementos que colaborarem na fase de finalização dos espetáculos para circulação.
Estão todos convidados! Será no nosso espaço: CDC Vento Leste - Rua Frederico Brotero, 60 - Jd. Triana - Próximo ao metrô Patriarca
E a mostra segue nos próximos dias... fique atento ao blog!
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